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Empreendedorismo é Notícia
Jovem cria marca de roupa
2016-08-12
Inês Gonçalves tinha apenas 12 anos quando recebeu como prenda de natal uma máquina de costura. Começou por fazer várias experiências com tecidos e a fabricar roupa de raiz. Três anos mais tarde, e depois de alguma experiência a vender colares que também fazia, a jovem decidiu que era a altura certa para começar a vender roupa. Com a ambição de ter o seu primeiro negócio, Inês criou a Aloha. Nesta marca as roupas são todas feitas pela empreendedora que, depois de sair das aulas, dedica cerca de três horas por dia ao projeto para conseguir responder a todas as encomendas. Nos últimos tempos a Aloha tem tido uma boa projeção e a criadora já conta com a ajuda da prima para conseguir dar seguimento aos pedidos que recebe. No ano passado, na estação outono/inverno, a jovem lançou a primeira mostra de roupa. Agora já conta com uma segunda coleção, a Tropical Summer Collection, com biquínis e fatos de banho. A Aloha consegue distinguir-se da oferta existente no mercado porque dá a oportunidade às pessoas de criar e personalizar os seus biquínis e fatos de banho. A partir de um modelo base, cada cliente pode escolher várias cores, padrões e pormenores, como rendas, folhos, entre outros. A juntar a estas opções, quase todas as peças são reversíveis, o que faz com que por cada compra efetuada se esteja a adquirir, na realidade, dois modelos. Para o futuro, Inês Gonçalves antecipa uma profissão ligada à moda e, para isso, vai tirar um curso de Design e Marketing de Moda.
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Empreendedora troca mundo das finanças pela hotelaria
2016-08-12
Sempre trabalhou na área da economia e finanças, mas, quando chegou a Portugal, Veronique Polaert apaixonou-se pelo país e decidiu ficar por cá. Depois de passar pela Morgan Stanley, em Londres, receber ofertas de trabalho nos EUA e passear pela Ásia, a empresária optou por fixar-se no Algarve e aí criar um hotel. Embora a decisão tenha sido bastante ponderada, Veronique Polaert já tinha na cabeça a ideia de uma casa, só faltava o sítio. Em Lagos encontrou uma casa antiga, praticamente destruída, e depois de muitas obras surgiu a Casa Mãe. Para a empreendedora, a visão de alguém que é de fora do país traz uma nova perspetiva e outro valor ao património. O espaço não se limita a ser um hotel, já que tem também outras características que o diferenciam da restante hotelaria. Além dos 30 quartos, a Casa Mãe tem uma horta e uma padaria, cinema ao ar livre, restaurantes e, inclusive, uma área dedicada ao design. O espaço é aberto à comunidade local para que seja contrariada a ideia de que o hotel é um resort fechado. Para divulgar o novo espaço Veronique Polaert escreveu uma revista, em conjunto com o sócio, onde conta como foram pensadas todas as decisões que tomaram, desde o sítio onde se situa o hotel até às tradições que foram descobrindo pelo país. Para o futuro, a empresária já anda a procurar em Portugal outra casa que se possa tornar numa Casa Mãe.
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Portuguesa cria projeto internacional que apoia mulheres
2016-08-12
Mariana Moura Santos começou por estudar Escultura, mas cedo percebeu que essa não seria a sua área. Tirou Design de Comunicação, estudou em França, trabalhou na Alemanha e já passou pelo universo da música como designer. Pelo percurso, escreveu um livro sobre a experiência Erasmus que teve na universidade e voltou a estudar, mas desta vez na Suécia. A nova área de estudos, orientada para as novas tecnologias, valeu-lhe um convite para trabalhar como interaction & motion designer no “The Guardian”. Com apenas 29 anos, Mariana Moura Santos já tinha o que era para si um trabalho de sonho. A portuguesa arriscou ainda mais e hoje é a criadora do Chicas Poderosas. O projeto, que nasceu em 2013 através de uma bolsa no Centro Internacional para Jornalistas, nos EUA, capacita pessoas na área da comunicação e foi implementado, numa primeira fase, na América Latina. O Chicas Poderosas dirige-se principalmente a mulheres que querem trabalhar na área da inovação e tecnologia para, assim, conseguirem avançar com projetos próprios ou ter cargos de liderança. As formações são feitas durante três ou quatro dias e, na maior parte das vezes, são gratuitas. Entre os temas em destaque estão a comunicação, a tecnologia, os metadados, entre outros. O Chicas Poderosas já capacitou cerca de 2.500 pessoas em mais de dez países e chega este ano a Portugal.
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Investigadora ajuda a criar sensor para vinho
2016-08-12
Uma especialista no desenvolvimento de soluções com base em tecnologias óticas para aplicações em sensores ajudou a criar um sensor para vinhos. Lúcia Bilro, doutorada em Física pela Universidade de Aveiro (UA), é uma das investigadoras que criou uma solução que mede, ao mesmo tempo, vários parâmetros físicos do vinho. Depois, a informação é transmitida em tempo real para um tablet ou smartphone. Com este dispositivo é possível analisar vários aspetos, como a cor, a densidade, o nível de álcool ou a turvação, tanto em garrafas como em cubas de fermentação. Este é apenas um dos produtos comercializados pela Watgrid, detida em parceria por Lúcia Bilro e que está instalada na incubadora da UA. A empresa já vendeu soluções a vários produtores de vinhos espalhados pela Europa. Devido ao sucesso das soluções para vinho, já foi criada a Winegrid, que tem como público-alvo grandes produtores de vinho, embora a empresária esteja a pensar alargar o mercado a pequenos produtores. A Watgrid já foi distinguida várias vezes. Uma delas foi com o prémio "Building Global Innovators”, um concurso da Caixa Capital, e outra foi quando foi eleita, pelo SapoTek, como uma das quatro startups a acompanhar em 2014. Lúcia Bilro faz ainda parte da direção da Sociedade Portuguesa de Ótica e Fotónica.
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Empresária ajuda a desenvolver dispositivo de apoio aos pais
2016-08-12
Ana Maria Molina é uma das criadoras de uma ferramenta que ajuda os pais a lidar com os filhos quando estão doentes, o Oblumi tapp. Este é um dispositivo pequeno que, quando é ligado a um smartphone, se transforma num termómetro digital, mede a temperatura do utilizador, através de infravermelhos, e passa-a para o telemóvel. O Oblumi tapp tem ainda outras funcionalidades, como calcular a dose dos remédios, a partilha dos perfis dos pacientes com os médicos e um alarme que relembra quando deve ser tomada a medicação. A Oblumi, onde Ana Maria Molina é CEO, foi criada há três anos para pensar no estado de saúde das gerações futuras. O espírito jovem e dinâmico da empresa já valeu vários prémios à sua equipa. O dispositivo venceu a Start-up weekend em Sevilha o que fez com que surgisse a oportunidade de receber investimento de três financiadores: a Bussiness Angels, a Fundação Everis e o projeto europeu Fi-Work. O dispositivo desenvolvido por Ana Maria Molina tem ainda outras funcionalidades. Para ajudar os pais no quotidiano, o Oblumi tapp também mede a temperatura de líquidos, facilitando nas tarefas do dia a dia como confirmar se o leite do biberão ou a água do banho estão muito quentes. O Oblumi tapp é totalmente fabricado em Espanha e já entrou no mercado europeu. Em Portugal, por agora, apenas pode ser adquirido online.
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