Empreendedorismo é Notícia
Escolinha da Pipas: Quando do desemprego surgem oportunidades
2016-08-19

Foi por acaso que Filipa Geraldes descobriu a sua vocação. Enquanto estudava no 12º ano, surgiu a oportunidade de trabalhar algumas horas por dia num jardim de infância. Quando percebeu que gostava de lidar com crianças, licenciou-se em Educação de Infância. Durante décadas trabalhou na mesma creche, em Lisboa, mas em 2007 tudo mudou e viu-se sem emprego quando o estabelecimento onde trabalhava encerrou. Apesar dos problemas, não baixou os braços e a ideia que tinha, desde que terminou o curso, de criar a sua creche surgiu como oportunidade de fugir ao desemprego. Os vários anos de experiência ajudaram a empreendedora a abrir a Escolinha da Pipas. Conseguiu financiamento do Centro de Emprego, obteve as licenças da autarquia lisboeta e em 2009 a Alta de Lisboa viu abrir uma nova creche. O espaço acolhe 32 crianças e tem três salas que estão divididas por idades. No total, a empresária gere uma equipa de seis funcionárias, mas não deixa de parte a sua paixão e é também a educadora de um dos grupos. Filipa Geraldes quis que o seu espaço oferecesse também outro tipo de serviços e, por isso, a Escolinha da Pipas conta com yoga para grávidas, natação, aulas pré e pós parto e serviço de babysitter. Sete anos depois, a empreendedora já conseguiu reaver o dinheiro que investiu e garante que nunca foi tão feliz.

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Empresária gere empresa de apoio ao domicílio
2016-08-19

Catarina Reis Silva formou-se em direito mas o seu caminho não seguiu pela advocacia. Com a ajuda do pai, construiu a Interdomicílio, uma empresa de prestação de serviços de apoio à família. A oportunidade surgiu quando percebeu que havia uma lacuna no mercado, porque as instituições não lucrativas que normalmente têm este tipo de serviços estão saturadas e, ao mesmo tempo, o enquadramento legal das empresas privadas junto da Segurança Social é muito exigente. Assim, a empresária criou a Interdomicilio e consegue facilitar a vida das famílias, ajudando em todo o tipo de serviços domésticos. Como as famílias e os utentes gostam cada vez mais de estar no conforto do lar, com a nova empresa conseguem ter apoio sem sair de casa. Os serviços disponibilizados passam pela limpeza, refeições, cabeleireiro, aulas particulares e, inclusive, fisioterapia e reabilitação, já que a administradora conta com uma equipa de enfermeiros nos grupos de trabalho. Tudo isto apenas com um simples telefonema. Depois de ter consolidado a atividade em Lisboa, a empresa conseguiu expandir-se para o norte e já tem uma filial em Guimarães.

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Empreendedora lança marca de acessórios inovadora
2016-08-19

Peças originais feitas com materiais antialérgicos que possam ser usadas em ocasiões formais ou em ambientes descontraídos. Este é o conceito da Beija Flor que surgiu pelas mãos de Nicole Souto. Com o agravamento da crise, a empresária teve que desistir de uma empresa de web design que geria juntamente com o seu marido. Em 2012 arranjou coragem e pegou num projeto que tinha guardado há muito tempo, mas que ainda não tinha conseguido realizar, a Beija Flor. A escolha baseou-se também na necessidade da própria empresária, que tem alergia a metais comuns, precisar de bijuteria com materiais alternativos. Assim, a Beija Flor usa silicone nos acessórios, o que acaba por criar peças que são leves, maleáveis e confortáveis. A coleção conta com colares, pulseiras e brincos. Nicole Souto conseguiu lançar a marca com 1.500 euros de investimento próprio e muitas horas de trabalho a desenhar as primeiras peças. Um mês depois de lançar a marca conseguiu amortizar uma grande parte do investimento que já tinha feito. Além de dirigir a Beija Flor, a empresária trabalha como fotógrafa e ainda ajuda na imobiliária do cunhado, para conseguir responder aos gastos do orçamento familiar. O maior desafio é conseguir conciliar os vários trabalhos que tem, e o sucesso da Beija-Flor prova que tem conseguido.

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"Anita no Trabalho”: Os desafios de ser empreendedora
2016-08-19

Ana Isabel Ramos é designer, mãe, apaixonada por ilustração e trabalha no Air Design Studio. Eliana Soares é marketeer, mãe, gosta de marcas e criou um projeto de consultoria de marketing, a Nautilo. Juntas formam o “Anita no Trabalho”, um podcast sobre empreendedorismo feminino onde partilham experiências e desafios para inspirar outras mulheres. Depois de perceberem que há muitas mulheres que encaram de forma negativa o ambiente laboral, as duas amigas veem as coisas pelo lado positivo e dão conta de casos de sucesso. Ao mesmo tempo, tentam mostrar ferramentas que são indispensáveis para todas as mulheres que querem ser empreendedoras. O podcast, que é gravado por Skype, consiste em conversas informais e descontraídas, para tornar os assuntos mais atrativos e interessantes. O “Anita no Trabalho”, que vai buscar o nome aos livros da Anita, foi lançado em abril e já tem nove podcasts que incluem conversas e entrevistas com empreendedoras. Embora exista há apenas quatro meses, as empreendedoras acreditam que o “Anita no Trabalho” já inspirou várias mulheres a arriscar no mundo dos negócios. Um dos trunfos do podcast é mostrar que mesmo as mulheres que hoje têm projetos de sucesso passaram por maus momentos, mas conseguiram triunfar. O programa já debateu temas como o que é ser empreendedora em Portugal e como se faz um plano de negócios.

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Empresárias juntam-se para potenciar vinho português
2016-08-19

São oito mulheres e estão juntas para partilhar a paixão que sentem pelo vinho português e potenciar a rede de contactos. As D´Uva Portugal Wine Girls são Catarina Vieira, Francisca van Zeller, Luísa Amorim, Maria Manuel Poças Maia, Mafalda Guedes, Rita Cardoso Pinto, Rita Fino e Rita Nabeiro. Une-as a experiencia familiar em torno dos vinhos e a vontade em trazer uma voz feminina a este setor. As oito mulheres são produtoras de diversas regiões vínicas portuguesas e vêm também de áreas diversificadas do setor vinícola. No conjunto apresentam um portfólio de vinhos com qualidade, história e originalidade. O seu espírito de liderança faz com que consigam trabalhar em equipa e juntar esforços para se fazerem ouvir a uma só voz num mercado que é cada vez mais concorrencial. A apresentação formal das D´Uva foi feita em maio com uma prova que contou com meia centena de vinhos das várias regiões portuguesas. Com esta iniciativa, as empresárias conseguiram colocar o projeto nas bocas do mundo para levar o vinho português mais longe. No ano passado conseguiram participar, em Copenhaga, no encontro "Portugal, Women and Winemaking". Para o próximo ano vão voltar à Dinamarca para uma convenção internacional de mulheres.

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