Empreendedorismo é Notícia
Empresária desenha novo modelo de sandálias
2016-09-02

A estilista Adriana Coelho encontrava consecutivamente um problema quando ia viajar: não tinha espaço na mala para levar todos os sapatos que queria. Decidida a mudar a situação, a portuense criou as sandálias Mondala, que podem ser adquiridas com ou sem salto, e que vêm com um acessório personalizado, uma Monda. Desta maneira, basta ter apenas um par de sandálias e ir mudando a Monda consoante o estilo que mais se adapta ao look. Embora tenham sido lançadas apenas no início do verão, a empreendedora já criou mais de 30 Mondas diferentes e há modelos que já esgotaram. Cada aplique tem um nome e uma história que o acompanha num folheto distribuído aquando da compra. A empresária faz questão de valorizar a produção portuguesa e por isso as sandálias, que são 100% de pele, são todas feitas em Portugal. Quanto às Mondas, têm produtos portugueses, mas também vão buscar inspiração a países que Adriana visitou, como Marrocos, Turquia e Brasil. Também estes acessórios são artesanais e cosidos à mão por uma equipa de costureiras. As Mondalas custam entre os 149 e os 249 euros e cada Monda custa 25. Em apenas três meses a empresária vendeu 50 sandálias e o próximo passo é a internacionalização. Ao mesmo tempo, Adriana já está a desenhar um novo modelo de sandália que vai ser lançado este mês, altura em que marcará presença no Modtissimo, a melhor mostra do setor têxtil português.

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Portuguesa cria fundação de apoio a crianças
2016-09-02

Maria da Conceição foi a primeira portuguesa a escalar o Everest e a primeira mulher a correr sete maratonas em sete semanas seguidas. Tudo para chamar a atenção para o seu projeto que ajuda crianças em situações de pobreza. Quando, em 2005, a antiga assistente de bordo visitou Dhaka, a capital do Bangladesh, deparou-se com um cenário extremo de pobreza que afeta centenas de famílias. Inconformada com a situação, a empreendedora largou o trabalho e viveu duas semanas nos bairros de lata para conseguir ajudar os habitantes, começando, desta maneira, a desenvolver o trabalho que criou a Fundação Maria Cristina, em 2010. A história de vida de Maria da Conceição é também uma das razões que a impele a ajudar os outros: após a morte da sua mãe, aos dois anos, passou a ser criada por uma imigrante africana, embora também ela já passasse algumas dificuldades. A gratidão que tem pela mãe adotiva fez com que percebesse a importância de ajudar os outros. Hoje, seis anos depois, a sua fundação já conseguiu providenciar educação a mais de 600 crianças. A empreendedora já foi distinguida várias vezes, entre as quais com o Prémio de Mulher Inovadora da UE, o Prémio da Mulher Mais Inspiradora de 2010 do Conselho de Cooperação do Golfo e o Prémio de Mudança Inspiradora de 2014.

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Escandaleira: Uma nova forma de beber vinho
2016-09-02

Beber vinho em lata pode parecer estranho, mas é essa a proposta da Escandaleira. A marca, criada por Vera Ferreira e o seu marido, Rui Ferreira, chegou ao mercado há cerca de três meses e já está a fazer sucesso. Quando percebeu que em Portugal não existia o conceito de vinho em lata, apenas no Brasil e na Austrália é possível comprar este produto, o casal aproveitou o nicho de mercado e avançou com a ideia. A Escandaleira é uma bebida aromatizada feita à base de vinho, com oito graus de álcool, que é servida numa lata para poder ser consumida em qualquer lado. Para o lançamento foram escolhidos dois tipos de vinho, rosé e branco, provenientes da zona de Guimarães. No entanto, depois de a Escandaleira conquistar a confiança do mercado a empreendedora quer criar novos sabores. O nome da marca, uma escolha de Vera Ferreira, reflete também o espírito da Escandaleira: poder beber vinho de uma maneira descontraída e em qualquer lugar. Como a marca ainda é recente, Vera Ferreira acumula o seu trabalho com a dinamização da Escandaleira, mas, a longo prazo, a empresária espera vir a dedicar-se a 100% ao projeto. Para o futuro, a Escandaleira quer estar presente em cafés, restaurantes e bares e ainda alargar as formas de venda ao público, que, por agora, estão centradas apenas no site oficial.

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Uber White: Sapatilhas que são arte
2016-09-02

Usando a arte como mote, Paula Mourão criou um novo design de sapatilhas. Para a empresária, a arte é acessível a todos e pode ser usada no dia-a-dia em vários contextos. Um deles é o calçado e é assim que surge a Uber White. As sapatilhas são criadas por artistas através de um processo criativo que é totalmente livre. Ou seja, a marca não impõe regras nem limitações. Na Uber White cada peça é única porque é pintada à mão e tem a assinatura do autor. A paixão de Paula Mourão pela arte conseguiu juntar a tradição e a inovação e, dessa maneira, é possível desafiar os artistas, porque saem da sua zona de conforto, e os consumidores, porque se atrevem a marcar a diferença. O gosto da empreendedora por tudo o que é português não se fica pela arte. Todas as sapatilhas são feitas em Portugal e o pormenor que identifica a marca, uma flor a preto e branco, é em crochê e é feita por uma artesã portuguesa. A marca foi apresentada ao público em 2014 e foi através de um dos modelos lançados na altura, as sapatilhas Costa Nova, que a empresária conseguiu vender para oito países diferentes. Hoje a aposta passa por conseguir afirmar a marca no mercado internacional, porque é também dessa maneira que consegue inspiração para novos designs.

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Iraniana traz para Portugal técnicas de beleza orientais
2016-09-02

Leila Sadeghi, de 35 anos, tem um instituto de beleza facial, em Coimbra, que lhe valeu o Prémio de Melhor Empreendedor Imigrante do Ano 2010 da Fundação Calouste Gulbenkian. A iraniana vive na cidade dos estudantes desde 2005. Chegou a terras lusas quando o marido veio fazer o doutoramento em robótica na Universidade de Coimbra. A empresária iraniana, licenciada em Língua e Literatura Inglesa, logo quis aprender português. Enquanto trabalhava numa cabeleireira, tirou um Mestrado em Línguas e Relações Empresariais, na Universidade de Aveiro - formação que lhe abriu outras portas. O curso acabou por ajudar a ganhar bases para um negócio. O FaceStudio abriu portas em finais de 2008. No estúdio de que é proprietária embeleza as portuguesas (e os portugueses). Fazer depilação com linha é um método tradicional iraniano que só nos últimos anos chegou a Portugal. Esta é uma das técnicas e serviços prestados por Leila Sadeghi, que disponibiliza no salão outros tratamentos, como a micropigmentação, maquilhagem permanente e ainda decoração do corpo e pintura do cabelo com henna. Apesar de ter iniciado apenas como salão de beleza, Leila Sadeghi já conseguiu transformar o site do instituto numa loja online e vende produtos de beleza orientais. A empresária tem também uma forte ligação à solidariedade e, quando pode, doa parte dos seus rendimentos a várias instituições, como a UNICEF ou a Sol.

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