|
Empreendedorismo é Notícia
Paixão por surf leva empreendedora a criar escola
2016-09-09
Inês Tralha é uma apaixonada por surf desde criança. Nos estudos, optou pela área de desporto, que sempre lhe despertou interesse. Um dia viu um cartaz sobre uma escola de surf, frequentou o curso e desde aí que se dedica a esta área desportiva. Ganhou competições nacionais, mas um problema de saúde impediu-a de voltar a competir. Nessa altura transformou o seu sonho em realidade. Criou em 2004 a Escola de Surf Inês Tralha, uma academia de surf para poder ensinar tudo o que tinha aprendido ao longo de vários anos de experiência. A escola aposta na ideia de que cada pessoa pode surfar à sua maneira, e, por isso, oferece aulas para iniciados e profissionais. Doze anos depois, o sucesso do seu trabalho foi tal que contratou uma agência de Marketing para reposicionar a empresa no mercado, passando a chamar-se GoodSurfGoodLove Surf Academy - by Tralha. Além do sucesso da sua academia, a empresária decidiu criar também uma linha de roupa baseada na marca da GoodSurfGoodLove. Aqui, Inês Tralha aposta na inovação da imagem da roupa, que tem sempre alusões à sua escola. As peças estão à venda na loja física da academia, mas também num portal online e no Facebook.
Powered by: 
|
|
Hospedeiras de Eventos: Qualidade acima de tudo
2016-09-09
Já trabalhou fora de Portugal e percebeu que não há nada como viver no país de origem. Decidida a fazer carreira por cá, Clarisse Santos arregaçou as mangas e criou a sua própria empresa de Marketing Comercial: a Hospedeiras de Eventos. A empreendedora começou a trabalhar na área das promoções há dois anos e a experiência que teve ajudou-a a perceber que há falhas nos serviços que são prestados, principalmente a nível da qualidade. Decidida a mudar este panorama, avançou com a sua empresa para conseguir oferecer mais qualidade ao mercado. Ao mesmo tempo, por ter passado pelo lado em que contacta com o público, Clarisse Santos tem mais facilidade em lidar com os clientes, porque já sabe quais são as falhas que se encontram nos serviços prestados. Assim, a Hospedeira de Eventos, que tem apenas três meses, faz ativações de produtos, promoções em pontos de venda, recrutamento de staff, entre outros serviços. Para se diferenciar do mercado, a jovem de 25 anos aposta na qualidade e na confiança, e tem tido um feedback muito positivo dos clientes, conseguindo, inclusive, superar as expectativas com as vendas totais que a empresa faz nas promoções. Embora a Hospedeira de Eventos seja recente, Clarisse Santos já pensa em expandir o negócio e, até ao fim do ano, quer estar a trabalhar em todo o país.
Powered by: 
|
|
Empresária troca área financeira pelo setor metalomecânico e cria startup
2016-09-09
Juliana Oliveira tinha um emprego estável, mas, embora gostasse do trabalho que fazia, não se sentia realizada. Com 28 anos deixou o trabalho como consultora e criou a sua própria empresa, mudando completamente de área. Deixou os números para se dedicar ao setor metalomecânico. Em memória ao avô, que era dono de uma empresa metalomecânica, criou uma startup que faz a reparação de manutenção de equipamentos de resíduos. A decisão pode parecer aleatória, mas a empresária sabe o que está a fazer: há sempre lixo para ser tratado. Assim, como as estruturas dos camiões estão em contacto constante com lixo, o que faz com que se deteriorem rapidamente, esta é uma oferta que tem sempre procura. A Olimec foi criada em abril com o esforço da empreendedora e dos seus amigos. Conseguiram juntar cerca de 100 mil euros para abrir a empresa e Juliana conta recuperar o dinheiro já no próximo ano. A empreendedora não se limita a trabalho de escritório, e sempre que é preciso está pronta para ajudar na oficina, acumulando, no total, oito postos de trabalho. Em apenas cinco meses, a Olimec já tem uma carteira de clientes invejável. Além do seu trabalho, a empresária tem também uma forte ligação à solidariedade e, além de ter sido voluntária em África, no ano passado criou no Porto, com uma amiga, uma instituição voluntária de apoio a jovens e idosos.
Powered by: 
|
|
Picture This: Transformar desenhos de crianças em roupa
2016-09-09
Um dos passatempos preferidos das filhas de Jaimee Newberry é desenhar. Para explorar mais o lado artístico das crianças, e incentivá-las a desenvolver os seus desenhos, a empreendedora usou uma das pinturas como base para um vestido. Foi sucesso garantido, tanto com as suas filhas, como com os seus colegas de escola, que também queriam peças de roupa personalizadas. Daí até nascer a Picture This foi apenas um salto. As encomendas começaram a acumular-se e Jaimee percebeu que a disponibilização de um serviço que permite às crianças desenhar a sua roupa iria ter muita receção. Para fazer os vestidos o processo é fácil. Basta que as crianças façam um desenho a seu gosto, e a partir daí são os pais que tratam de tudo, escolhem o vestido e o tamanho que querem, tiram uma foto ao desenho e apenas têm que enviar para o site. Para alargar ainda mais a área de atividade, a empresária passou a aceitar encomendas para vestidos de bonecas. A loja online foi inaugurada apenas este verão, mas com o sucesso que tem vindo a ter a nível local, a empreendedora decidiu apostar também na divulgação para outros países e tem várias encomendas internacionais. A longo prazo, Jaimee quer ter mais oferta e já pensa em passar a adaptar os desenhos a outros modelos de roupa.
Powered by: 
|
|
Ligação a Portugal leva empresária a criar marca de roupa
2016-09-09
Ana Penha e Costa viveu e estudou no Brasil e em França. Enquanto andava fora do país, decidiu que queria criar uma marca de roupa portuguesa que reconhecesse a qualidade do que é feito em Portugal. Quando regressou ao país, pôs a ideia em prática e fundou a +351 numa alusão ao indicativo português. Maioritariamente feitas em algodão, as peças têm inspiração no dia-a-dia e no estilo de vida das pessoas que a empreendedora conhece. Embora também tenha peças para homens, a empresária aposta na oferta de vestuário ao público feminino, principalmente roupa de praia, vestidos de festa e t-shirts. A roupa da +351 é toda feita em Portugal, o que reflete o orgulho da empresária no setor têxtil luso, e a marca já conta com espaços em Lisboa, em Aveiro e no Algarve. Os preços variam entre os 45 e os 145 euros. Este verão Ana Penha e Costa inaugurou também uma loja-ateliê na capital onde privilegia a mostra de trabalhos de artistas portugueses. Neste espaço, a criadora quis também mostrar como a +351 funciona e é possível os clientes verem como são produzidas as peças de roupa. A longo prazo, a empreendedora quer uma expansão internacional, até porque grande parte das vendas da +351 são para o estrangeiro.
Powered by: 
|
|
|
|
|
|
| Quer anunciar aqui? |
 |
womenwinwin.com recomenda

Crie o seu negócio e tenha grátis o seu escritório!

Somos especialistas em soluçoes de viagem e marketing experiencial para empresas.

Criamos espaços de trabalho inspiradores
| Quer anunciar aqui? |
 |
|
|