Empreendedorismo é Notícia
Os fatos-de-banho exclusivos de Inês
2017-07-28
Desde a escola primária que Inês Ferro gostava de desenhar roupa. Assim, não foi surpresa que, em 2009, a jovem natural de Estremoz tenha decidido licenciar-se em Design de Moda. Quando se formou, em 2012, ainda não se sentia preparada para ingressar no mercado de trabalho, por isso decidiu fazer o mestrado numa área dedicada às roupas de banho. Em 2014, conseguiu um estágio na marca de swimwear londrina MONA Swims, o que consolidou a especialização e paixão de Inês por esta área. Depois de desenvolver algumas mini coleções de roupa de banho a título pessoal e de as apresentar em alguns desfiles de moda, o desejo de criar a sua própria marca começava a nascer. Ao regressar a Portugal fez um curso de costura e, inspirada pela paixão que sentia pelo verão, a empreendedora começou a desenhar vários modelos para produzir em lycra. Em 2016, após alguns meses a planear as bases de negócio, lançou a marca If by If, nome inspirado nas suas iniciais. Para se diferenciar das outras marcas de swimwear portuguesas, Inês não usa flores, padrões tropicais nem folhos. A aposta da empresária é em cortes retos e padrões lisos, com exceção para o fato-de-banho com a imagem da Frida Khalo. De forma a ser uma marca exclusiva, sem muitas peças iguais, Inês só faz oito peças para cada modelo. As peças da If by If começaram por ser vendidas online, mas já é possível encontrá-las em alguns pontos de venda em Lisboa e Ibiza.

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Fluidez e leveza com a IMAUVE
2017-07-28
Em criança, Inês Oliveira quis ser veterinária e jornalista. Mas a paixão por criar e produzir as suas próprias roupas e combinações acabou por levá-la a seguir o curso de Design de Moda da Universidade de Lisboa. Quanto ao desejo de criar a sua própria marca, Inês sempre o teve. Criar peças de roupa para outras marcas, segundo as regras dos outros nunca fez parte do seu sonho, por acreditar que a criatividade vem de dentro e querer fazer as suas próprias roupas. Assim, registou o nome da IMAUVE em 2013, mas só em 2016 a empreendedora lançou as primeiras peças da sua coleção nas lojas The Feeting Room em Lisboa e no Porto. Influenciada pelas artes plásticas e pelos livros, Inês procura desenhar peças práticas e funcionais, sem deixarem de ser sofisticadas e com um toque feminino, para as mulheres poderem usar no seu dia-a-dia. Quanto aos materiais, a designer prefere os tecidos naturais que permitam silhuetas fluídas e contemporâneas. A primeira coleção foi inspirada na obra do pintor Frank Stella, onde explorou a seda, o algodão e o linho numa paleta neutra pontuada por cores vivas. As peças da IMAUVE são de edições limitadas, e desde março de 2017 que também podem ser adquiridas na loja online da marca. A próxima coleção, Lotus, é lançada em setembro e vem com um novo marco para Inês: o lançamento da IMAUVE na Loja das Meias.

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O Mundo do Lucas: Animais com estilo
2017-07-28
Em janeiro de 2012, Joana Silva iniciou o blogue “O Mundo do Lucas” para contar as peripécias diárias do caniche sénior adotado por ela e pelo companheiro. Com tanto amor pelo bichinho, Joana sentia falta de uma marca que fizesse acessórios de especialidade diferentes, personalizáveis e com materiais de qualidade. Assim, em 2013, começou a sua própria marca de acessórios, batizada com o mesmo nome que o blogue. O negócio deu então os primeiros passos através da loja online. Mas a procura era tanta que desde cedo começaram a comercializar os acessórios exclusivos e personalizados para animais em lojas da especialidade. Com o foco em fabricar artigos que se enquadrem no estilo de vida das mascotes e dos seus donos, a marca tem crescido e Joana acredita que a paixão pela iniciativa foi a chave para o sucesso d’O Mundo do Lucas. Para a empreendedora, a sustentabilidade dos artigos é uma das principais preocupações, sendo por isso a durabilidade e intemporalidade das peças uma prioridade. Para manter a originalidade e exclusividade dos acessórios, Joana tem realizado parcerias com alguns designers de joias portugueses, como Li Furtado e Joana Pinto da Costa que já desenharam coleções de artigos para a marca.

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Inovação e tradição com a SUGO CORK RUGS
2017-07-28
Susana Godinho sempre teve vontade de criar novas possibilidades de utilização de matérias-primas e materiais ecológicas. Com formação em Design Têxtil pelo CITEX e um estágio em tecelagem, o interesse pela tapeçaria começou a crescer. Em 2010 começou a fazer algumas experiências e foi quando se deparou com a cortiça, que mostrou ser um bom material para as suas tapeçarias. Em 2014 viu o lançamento da primeira chamada da Amorim Cork Ventures, e decidiu concorrer com a SUGO CORK RUGS, onde propôs a produção de coleções de tapetes, utilizando a cortiça como principal matéria-prima, que podem ser desde um género mais simples e tradicional a peças mais arrojadas e únicas. Em 2015, Susana convidou a amiga de longa data Sónia Andrade a juntar-se ao projeto, de forma a complementar a equipa nas áreas de Gestão e Marketing. Assim, a startup TD Cork – Tapetes decorativos com cortiça, criada pelas duas amigas e da qual a marca SUGO CORK RUGS faz parte, foi o segundo projeto a ser apoiado e financiado pela Amorim Cork Ventures. O lançamento oficial da empresa foi em janeiro de 2017, e as empreendedoras procuram recuperar as técnicas artesanais de tecelagem, juntando a cortiça com lã e algodão para criar padrões únicos e com benefícios de durabilidade, resistência, propriedades antialérgicas, isolamento térmicos e outros. Apesar de ser uma empresa jovem, Susana e Sónia pretendem chegar num futuro próximo ao mercado internacional.

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Salvar animais de quimono
2017-07-28
Com apenas dez anos, Carolina Guedes Cruz encantava-se com os quimonos de seda que a avó vestia para tomar o pequeno-almoço no jardim. À medida que foi crescendo, Carolina encontrou outras paixões. Em 1996 fazia o estágio de comunicação na revista de moda norte-americana “W Magazine”, em Nova Iorque, e decidiu fazer a sua primeira viagem a África, ao Kruger. Apaixonou-se imediatamente pelo continente e começou a fazer voluntariado todos os anos nas férias para os diferentes países daquele continente. A criadora começou então a tentar triangular as suas paixões: a moda, o marketing e a proteção dos animais selvagens de África. Assim, em 2016 surgiu a Kleed. Com o nome inspirado na palavra Afrikaans para roupão, Carolina começou a desenhar quimonos cujos lucros revertessem para causas de preservação da Vida Selvagem em África. A primeira coleção foi lançada em jeito de brincadeira. Mas, como as peças tiveram tanto sucesso, a empresária decidiu profissionalizar a marca. Em homenagem a este continente, todas as peças da Kleed reproduzem padrões e estampados de inspiração africana, mas que valorizam o conforto e leveza dos tecidos e a qualidade dos materiais utilizados. A produção é feita em Portugal, e a empreendedora pretende que as pessoas comecem a associar os quimonos também ao inverno, através da utilização de tecidos mais quentes nas suas criações. Em 2017, Carolina lançou a novidade dos pijamas, e no futuro pretende expandir para Londres e Nova Iorque.
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