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Empreendedorismo é Notícia
Empresária faz vestuário a partir de mantas e ganha concurso
2016-07-01
As mantas alentejanas, tecidas em tear manual, sempre foram uma boa solução contra o frio e uma jovem empreendedora de Évora, Tânia Costa Neves, decidiu transformá-las em casacos e coletes, aliando tradição e modernidade. Um curso de empreendedorismo estimulou a criadora formada em Design a dedicar-se à confeção de roupas, fundando, a 1 de novembro de 2015, o projeto LOOM - New Tradition, que quer dar nova vida às mantas de lã e contribuir para a modernidade de uma peça de artesanato tipicamente alentejana. Os modelos são desenhados por Tânia, que escolhe também as cores da lã, o padrão e o comprimento das mantas que, a seguir, são feitas por duas tecelãs de Évora e de Viana do Alentejo. Depois, as peças ganham forma em parceria com um ateliê de costura de Évora. As suas peças são 100% matéria-prima portuguesa, manufaturadas e ecológicas. O projeto LOOM - New Tradition venceu o 1º Concurso Start & Go Alentejo, promovido pela associação Alentejo de Excelência. A empreendedora vai agora receber um prémio de 2.500 euros para apoiar o desenvolvimento do seu negócio. Neste momento, a LOOM está a criar o seu próprio site, onde haverá novidades em breve, e, por enquanto, as clientes podem acompanhar a marca na sua página oficial no Facebook, onde se podem adquirir as peças de vestuário.
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Diana Coelho Acessórios cria peças diferentes e únicas
2016-07-01
Nada faria prever que uma estudante de Arquitetura largasse a sua vida em Lisboa e se tornasse numa designer de joalharia profissional com atelier estabelecido na Índia, mas foi isto que Diana Coelho fez. Aos 21 anos, decidiu mudar o rumo de vida e partiu para Londres para estudar Design e Joalharia na London Metropolitan University, com o objetivo determinado de aprender um idioma e dedicar-se ao estudo das joias. Passou pela China como designer freelancer e pela Índia como professora, regressando a Portugal com a vontade de criar a sua própria marca. Assim, em 2011, nasceu o projeto Diana Coelho Acessórios e foram lançadas duas coleções, num investimento de cerca de cinco mil euros. Agora, a joalheira dedica-se a 100% ao seu projeto, desenhando e produzindo todas as peças num atelier em Lisboa. Além de artigos de bijutaria, a marca Diana Coelho Acessórios cria malas e lenços. É dedicada a mulheres que gostam de peças diferentes, únicas e com possibilidade de adaptação a vários looks. Utilizando várias técnicas, conceitos e materiais, como a filigrana, camurça, ouro, prata ou corda, a designer prefere usar metais não preciosos e as resinas. Neste momento, Diana comercializa as suas peças na loja online e em várias lojas físicas, no Porto, Coimbra e Lisboa. A internacionalização é o próximo objetivo.
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Caia: Almofadas de praia diferentes de todas as outras
2016-07-01
Em 2011, depois de terminar o verão, a jovem Inês Fortunato viu-se obrigada a trocar a sua almofada insuflável, tantos eram os remendos, iniciando uma procura por uma nova que fosse do seu agrado. No entanto, não encontrava uma almofada que a satisfizesse. Apaixonada pelo verão, a designer deixou o seu emprego para apostar no negócio das almofadas de praia e criou a marca Caia, em 2012. Inês desenha os padrões, com flores, riscas ou quadrados, e alcançou o sucesso em poucos meses, tendo vendido, em 2012 e 2013, cerca de sete mil unidades. As almofadas de praia da Caia têm um único modelo, com vários padrões, um design atrativo, com um tamanho de 30cm x 20cm, em material impermeável, com algodão plastificado, enchimento em polyester e totalmente costuradas. No primeiro ano, as vendas foram impulsionadas pelo Facebook e e-mail, sendo que hoje existem mais de 30 pontos de venda, o site e a loja online. Na coleção de 2014, foi incluído um cabo náutico com mosquetão, que permite uma maior comodidade no transporte ou para que não voe com o vento. Este ano, a Caia apresenta a quinta coleção com algo novo: as bolsinhas para guardar o telemóvel, documentos ou acessórios. A marca portuguesa já se estende além-fronteiras e está presente também em Espanha, Austrália, Brasil, Dubai, Singapura, Angola e Canadá.
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Mulheres lideram empresa de mobiliário e construção
2016-07-01
A Play Planet nasceu em janeiro de 2010, fruto do empreendedorismo de quatro amigas que partilhavam o mesmo sonho. No início, as sócias-fundadoras e as restantes funcionárias da empresa eram apenas mulheres, algo que muitos estranhavam num setor tradicionalmente masculino. Ainda hoje, a empresa que comercializa equipamentos dedicados a espaços de jogo e recreio ou mobiliário urbano é maioritariamente feminina. Milva Maggioni, sócia-gerente da Play Planet, orgulha-se de ter criado uma empresa que é uma verdadeira família. Afinal, passam mais tempo uns com os outros do que com as suas famílias de sangue. Milva é mãe de duas meninas, de dez e 13 anos. Conciliar o papel de mãe com o de empresária nem sempre é fácil. Porém, no escritório da empresa, há uma sala para os filhos de todos os funcionários, onde podem estar depois das aulas, nas férias ou quando estão doentes. Milva é arquiteta paisagista e sempre tentou desenvolver espaços de qualidade, interessantes e úteis para os cidadãos. A marca da Play Planet consegue isso com recurso a produtos personalizados, desenvolvidos de acordo com a especificidade de cada projeto. As soluções originais têm despertado grande interesse e angariado muitos clientes. A Play Planet dispõe de diversas equipas técnicas com alcance em todo o território nacional e em vários países.
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Contar a história de um Portugal diferente
2016-07-01
O Laboratório d´Estórias, instalado no edifício do Caldas Empreende, tem o objetivo de contar a história de um Portugal diferente. A empresa surgiu em 2013, pelas mãos de Rute Rosa e do seu marido, Sérgio Vieira, ambos apaixonados pela cerâmica. O espaço experimental de design pega nas iconografias portuguesas e valoriza a tradição da cerâmica das Caldas da Rainha e outras áreas artísticas como a ilustração e a escrita. O Laboratório d´Estórias tem o intuito de criar peças contemporâneas únicas e caraterísticas da história e das tradições portuguesas, recuperando as técnicas de pintura do final do século XIX e inícios do século XX, mas, ao mesmo tempo, não coloca de parte a possibilidade de ir buscar inspiração a outras técnicas, também para contar outras estórias. Para além da função decorativa, todas as peças criadas pelos designers Rute e Sérgio são acompanhadas por uma história e uma ilustração, que dão mais encanto à peça e a tornam ainda mais simbólica. Assim, as peças são fruto do trabalho de vários artistas, amigos que aceitaram participar no projeto. À primeira obra decorativa criada foi dado o nome de “A medusa e o manjerico”, a erva dos namorados oferecida por Perseu a Medusa numa Roma muito antiga. Para os responsáveis, o projeto tem tido um balanço bastante positivo.
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