Empreendedorismo é Notícia
Maria da Nazaré aposta na inovação e vence prémio
2016-07-15

A Nazaré teve sempre a sua história ligada ao mar, às artes da pesca e ao famoso peixe a secar em paneiros. Falar da seca de peixe é falar de Maria da Nazaré, que nasceu em 1922, num Portugal pobre. Filha de peixeira e pescador, desde cedo teve de abdicar da escola para ajudar a sustentar a família através da secagem e venda de peixe. Hoje, Maria da Nazaré já não seca peixe, mas a sua filha, Isaura Fialho, e os netos Inês e Samuel procuram prolongar esta tradição familiar. Inês cursou Educação de Infância, mas quer abraçar a arte da sua avó, apostando numa nova forma de comercializar este pescado. Para a marca Maria da Nazaré, mãe e filha criaram o cartuxo para venda individual do carapau e com indicações em três línguas como se come e como se conserva, pois muitos dos que visitam a Nazaré não conhecem o produto ou jamais o provaram. O projeto Maria da Nazaré foi um dos vencedores da terceira edição do programa Bolsas Es Jovem/NOS Alive. Os irmãos e mãe Fialho conquistaram um prémio no valor de cinco mil euros. Nos seus planos futuros está o lançamento de novos produtos, como carapau desfiado com molho, e a possibilidade de compra online. A marca quer também exportar e vender os produtos nas melhores lojas gourmet de qualquer cidade do mundo.

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INCLU: O jogo português didático e inclusivo
2016-07-15

O jogo INCLU foi ciado por Susana Magalhães da Costa e é fruto de um trabalho que durou mais de três anos, com crianças, jovens, adultos, com e sem deficiência, e técnicos de várias áreas. Susana exercia a profissão de arquiteta, mas entretanto ficou desempregada e pensou que seria a altura certa para avançar com o jogo que há muito pensava. Em 2011, produziu um protótipo do jogo e foi bater à porta de escolas, associações e entidades com relacionamento próximo de crianças, para falar com técnicos que a pudessem ajudar a desenvolver o primeiro jogo INCLU. Após algum tempo, Susana conseguiu juntar uma equipa de técnicos, envolver entidades e um grupo de crianças para começar a fase de testes. Em 2014, chegou-se à versão final do jogo INCLU. Composto por cartas com letras representadas nos três alfabetos - o alfabeto português, o alfabeto manual da LGP e em Braille - e em relevos que permitem realizar um conjunto variado de atividades, em equipa ou individualmente, o jogo estimula o desenvolvimento de competências pessoais e sociais. O objetivo é construir palavras associadas a um determinado tema utilizando a visão, o tacto, os gestos, a fala e a audição. Mais do que uma marca, a INCLU aposta em atividades ludo-didáticas que contribuem para uma sociedade melhor e mais plural.

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Katoba desenvolve soluções para pintar saltos e solas
2016-07-15

Marta Rocha é engenheira química e conta já com 20 anos de dedicação ao fabrico de tintas. Durante dez anos trabalhou numa empresa de produção de tintas para o setor de calçado, até que decidiu, juntamente com o marido, comprar a Katoba. Há dez anos à frente da empresa, Marta não esconde que o conhecimento adquirido na anterior experiência profissional foi fundamental para ultrapassar alguns obstáculos. Especializada em produção de tintas para saltos e solas em vários materiais, na Katoba tudo é feito de raiz, usando resina pura, que depois é transformada nos vários vernizes. Posteriormente, adiciona-se o pigmento mediante a cor que o cliente quer. A par das soluções de pintura, a empresa comercializa ainda produtos para acabamento de todo o tipo de pele, fruto de uma parceria com a empresa italiana Kenda Farben. A Katoba acompanha as necessidades do cliente, aconselhando-o tecnicamente sobre os procedimentos de aplicação dos produtos, até porque há várias técnicas que conjugadas podem surtir em tonalidades ou padrões diferenciados, imitando materiais como a cortiça ou a madeira. Apostada em acompanhar as evoluções de mercado, Marta admite que para 2017 a meta passa por crescer, reforçando a posição da Katoba no mercado.

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Mary Kay: O sucesso de um negócio de mulheres
2016-07-15

Sandra Silva nasceu numa aldeia próxima da Covilhã. Licenciada em Economia, Sandra começou a sua carreira na Vistakon e foi nesta época que conheceu o seu atual marido. O romance, aliado à crença de que no Porto não conseguiria evoluir profissionalmente como desejava, levaram-na a rumar até a capital. Depois de uma breve passagem por uma dot-com, transitou para a Colgate Palmolive e depois para a GL, onde era diretora de Vendas e Internacionalização. Certo dia, Sandra recebeu um telefonema de uma Executive Searcher a convidá-la para a empresa Mary Kay. A diretora não pensava em mudar de trabalho, mas decidiu continuar com o processo para ver até onde ele a conduziria. Sandra partilhou a sua estratégia e motivou toda a equipa da Mary Kay. Desde o primeiro momento, o seu enfoque foi desenvolver os pontos fortes do negócio. Gradualmente foi introduzindo mudanças, renovando o negócio em todos os departamentos, e os resultados não tardaram em aparecer. Desde 2012, em quatro anos, duplicaram o tamanho da empresa. Em 2014 bateu o recorde de vendas e, em 2015, ano em que celebrou o 20° aniversário da presença em Portugal, continuou a crescer. Todos os meses, cerca de 300 novas mulheres iniciam o seu negócio com a Mary Kay.

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A criação entre diferentes expressões das artes performativas
2016-07-15

Julieta Guimarães fundou a companhia de circo contemporâneo Erva Daninha em finais de 2005, juntamente com o amigo Gilberto Oliveira, ambos ex-alunos da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo. O projeto foi crescendo e, em 2011, Julieta convidou outro amigo, Vasco Gomes, para a direção artística, e partilham desde aí a direção da companhia. A equipa artística que faz parte da Erva Daninha é uma simbiose entre profissionais de circo e teatro. O grande objetivo destes artistas é a criação de circo contemporâneo explorando o diálogo entre diferentes expressões das artes performativas, como o movimento na dança ou a palavra no teatro. A Erva Daninha foi um dos projetos criadores da Fábrica da Rua da Alegria e, atualmente, é a companhia residente do Teatro do Campo Alegre. No Porto fazem vários espetáculos, em várias ruas e em diferentes teatros. Viajam também um pouco por esse Portugal fora e pelo estrangeiro. Além dos espetáculos, a Companhia tem-se dedicado também à formação e programação, procurando contribuir de uma forma estratégica para o desenvolvimento deste género artístico. Num futuro próximo, a Companhia ambiciona o reconhecimento e a integração do circo contemporâneo nos circuitos de criação artística nacionais e internacionais.

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