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Empreendedorismo é Notícia
Empreendedora cria marca de sapatos, sabrinas e biquínis
2016-09-23
Ana Ros criou, em 2014, a ROS Lisbon, uma marca de sapatos que se destina a um público que tem como prioridade usar calçado confortável mas com um design atraente. Não contente com o sucesso que a iniciativa teve, este ano decidiu avançar com mais dois projetos: um de sabrinas, a CLOUDS Ballerinas, e outro de biquínis, a ROS Beachwear. A primeira surgiu porque a empreendedora não conseguia encontrar no mercado sabrinas confortáveis. Assim, decidiu colmatar esta falha e criar umas sabrinas que são acolchoadas e feitas em pele. A longo prazo o objetivo é que as sabrinas sejam independentes da marca ROS, mas, por enquanto, as vendas dos dois produtos estão associadas. Quanto aos biquínis, a ideia surgiu, uma vez mais, porque Ana Ros não conseguia comprar modelos que a agradassem. Farta de ter uma oferta de peças demasiado decotadas ou com atilhos, a empreendedora lançou a ROS Beachwear com sete modelos de biquínis e cinco de fato de banho. A ajudá-la a dinamizar a marca esteve Carolina Patrocínio que, além de servir como modelo para as fotografias, desenhou também duas peças da coleção. Para a empresária, o segredo do sucesso dos seus projetos está relacionado com o seu próprio gosto. Aquilo que procura é, normalmente, aquilo que as outras mulheres também procuram. A diferença é que quando Ana Ros não encontra o que quer nas lojas, decide criar pelas suas próprias mãos e potencializar estas pequenas falhas de mercado.
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Jovem abre restaurante com design inovador
2016-09-23
Um restaurante dentro de uma bola, com vista para o mar, e que oferece pratos de autor. O conceito foi criado por Matilde Silva e desenvolvido em Leça da Palmeira. A jovem de 26 anos queria um espaço onde fosse possível passar algum tempo e petiscar. Decidida a criar o seu negócio, começou a delinear a ideia, juntamente com o namorado, e deixou o trabalho que tinha num restaurante para liderar o novo projeto. Este verão conseguiu realizar o seu sonho e abrir o Ammar. Arranjou uma casa devoluta na praia e conseguiu recuperá-la e decorá-la ao seu gosto. A estrutura do restaurante foi dividida em duas partes, a que correspondem dois momentos diferentes da carta. Num dos lados há uma secção só de petiscos que podem ser servidos ao longo do dia. Do outro lado tem uma zona de restauração onde são servidos pratos e cocktails de autor. O conceito apresentado pela empreendedora é inovador, porque o restaurante, que se eleva a cerca de cinco metros de altura, conta com uma pequena sala acolhedora que tem vista sobre o mar. Além desta divisão, que pode ser reservada para grupos e onde os empregados não entram para garantir a privacidade dos clientes, o Ammar tem também uma sala interior com vista direta para a cozinha. A completar a oferta Matilde Silva garantiu ainda que há uma zona lounge que no verão se transforma num espaço ao ar livre e no inverno é uma sala acolhedora com lareira.
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Empresária lidera sucesso de multinacional alemã no país
2016-09-23
Isabel Padinha esteve ligada ao setor financeiro durante vários anos. Trabalhou em seguradoras e holdings financeiras, lidou com várias administrações de bancos, até que, em 2003, decidiu deixar a banca e criar e chefiar em Portugal uma sucursal da alemã Vorwerk, a criadora da Bimby. Agora é diretora da Bimby em Portugal e orgulha-se de ter dinamizado a concorrência no nosso país, porque, antes da sua marca, não existiam robôs de cozinha. A estratégia da empreendedora passa por não fazer publicidade, porque os clientes são os próprios embaixadores da marca. Nas suas mãos, a Vorwerk Portugal delineou uma nova estratégia através da inovação da venda direta. Os clientes deixaram de ser encarados como um contacto rápido, com quem se faz uma transação pontual, e passaram a ter uma relação mais direta com a empresa, que, inclusive, se desloca a casa do potencial comprador para fazer demonstrações. Isabel Padinha, que nasceu em Luanda mas veio para Portugal com 12 anos, gere uma equipa de 1.500 funcionários que estão espalhados pelo país. Hoje, com vários anos de experiência, a empresária defende uma atitude profissional diferente e que dê mais atenção aos colaboradores, para que seja possível ser produtivo mas, ao mesmo tempo, ter tempo para a vida familiar e os amigos.
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Portuguesa cria startup tecnológica de sucesso
2016-09-23
Primeiro tirou uma licenciatura em línguas e literatura na Universidade do Porto (UP) e queria ser crítica literária. O destino quis que trabalhasse na área da tecnologia. Hoje Daniela Braga é presidente executiva de uma startup que só este ano já conseguiu um financiamento de um milhão de euros da Sony e da Amazon. Em 2000, Daniela Braga ganhou uma bolsa de investigação na UP na área de reconhecimento de voz. Começou a publicar artigos científicos em revistas, tirou o doutoramento e foi convidada a entrar na Microsoft e integrar um grupo de investigação de tecnologia de fala. Em 2010 já estava na Ásia a liderar os grupos de pesquisa e em 2014 dava aulas na Universidade de Washington. Nesse ano percebeu que podia investir neste mercado e criou a Defined Crowd. O objetivo é “purificar” dados de linguagem natural que, depois, são usados por máquinas que têm inteligência artificial. Em apenas 12 meses, a empresária já conseguiu grandes clientes internacionais, embora tenha começado apenas com 200 mil dólares de capital. O investimento mais recente vai fazer com que a empreendedora possa recrutar mais pessoas e aumentar o negócio nos EUA. Para o futuro a empreendedora quer potenciar o crescimento da empresa, e no próximo ano espera conseguir fazer outra ronda de investimento para ultrapassar metas ainda mais ambiciosas.
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Empreendedora abre restaurante de comida saudável
2016-09-23
Maria Gray sempre gostou de cozinhar e de receber os amigos em casa para lhes apresentar novas receitas que tinha inventado. Começou por publicar as receitas num blog que criou e o entusiasmo levou a que abrisse um restaurante em Cascais. Mas a comida que é apresentada no Local é diferente. A empreendedora gosta de cuidar do corpo e fazer dietas, mas sem ser em regimes rígidos, porque é difícil seguir um plano de alimentação que seja 100% biológico, ou sem trigo ou sem lactose. Encontrou aqui uma oportunidade e decidiu posicionar-se nesta área cinzenta em que são servidos alimentos naturais e saudáveis, mas sem ser necessário cumprir um plano extremamente rígido. Maria Gray coordena a parte criativa das receitas, que consegue mudar todos os dias, consoante os alimentos que encontra no mercado. O primeiro restaurante que abriu foi no Mercado da Vila, em Cascais, mas este ano arranjou outro espaço, no Palácio Chiado em Lisboa, conseguindo rentabilizar as refeições que são feitas no Local, onde é cozinhada toda a comida. O restaurante tem também um serviço de take away que já totaliza 5% das vendas da marca. Mãe de cinco filhos, a empreendedora gosta de desafios e a ideia de expandir ainda mais o negócio é algo que não a assusta. No total, a empresária investiu 150 mil euros nos dois restaurantes, mas conta faturar 700 mil até ao final deste ano.
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