Empreendedorismo é Notícia
Wasted Rita: Do reconhecimento internacional ao convite de Banksy
2017-09-01
Designer gráfica e ilustradora ou provocadora e sarcástica. É desta forma que Rita Gomes, ou melhor, Wasted Rita, gosta de ser identificada. Começou por estudar Medicina Veterinária, mas rapidamente percebeu que a sua vocação era outra e mudou-se para Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Sem conseguir identificar o momento exato em que tudo começou, depois de acabar o curso, Rita começou a apresentar as suas ilustrações no blogue “Bored Rita”. As suas criações podem descrever-se entre um misto de desenhos sarcásticos e apontamentos provocadores escritos em inglês, onde figuram temas como feminismo ou empoderamento sexual. Rita começou por receber pedidos de clientes estrangeiros e, quando se apercebeu da projeção do seu trabalho, decidiu criar a própria loja online “Waste Rita is not bored”, onde vende, para além das criações, roupa ou acessórios com as ilustrações ou frases estampadas. Começou, também, a organizar e integrar exposições. Com reconhecimento em vários pontos do globo desde o início, Portugal só olhou para ela em 2015, quando expôs na galeria Underdogs, a convite de Vhills (Alexandre Farto), ou quando Banksy, um reconhecido artista de rua britânico de quem se desconhece a identidade, a convidou a integrar a “Dismaland”, uma espécie de Disneyland na ruína. 

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Vera Marmelo: Colecionadora de memórias
2017-09-01
Vera Marmelo é uma autodidata no campo da fotografia, algo que começou casualmente, como um passatempo de alguém que gosta de música e de concertos, partilhado através de um blogue. Dos concertos na zona do Barreiro, de onde é natural, rapidamente foi expandindo o portefólio, tendo começado a ser chamada para cobrir eventos cada vez maiores. Para além dos tradicionais festivais de verão, mais ou menos alternativos, os circuitos que frequenta não são os mais óbvios: mantém uma relação próxima com a Galeria ZDB, o Barreiro Rocks, o Amplificasom, o OutFest ou o Tremor. Mas o trabalho da jovem fotógrafa, que conta já com dez anos de carreira, extravasa as salas de espetáculos para incluir retratos a músicos, salas de ensaio, estúdios e soundchecks. Além disso, já editou dois livros de autor (um de retratos e outro pelo 20º aniversário da Galeria ZDB), participou em exposições coletivas e mantém um projeto de entrevistas chamado “Boca-a-Boca”. Vera, engenheira civil de formação, explica que a sua relação com a fotografia parte, acima de tudo, da sua ligação com a música, e acrescenta que vê nesse processo uma oportunidade não só de estar presente, mas também de ajudar a divulgar alguns projetos que acompanha. Sem música, talvez nem fosse fotógrafa.
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"Pipa de Vinho": Ilustradora de mentes
2017-09-01
Filipa de Carvalho começou a mexer em lápis e canetas antes mesmo de aprender a falar e, desde cedo, os seus gatafunhos tornaram-se desenhos ou ilustrações reconhecidas pelos seus círculos. Os pais sempre lhe permitiram que desenvolvesse a faceta artística e depois de frequentar Artes no Ensino Secundário enveredou na licenciatura da Estudos Artísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Até se considerar uma ilustradora de mentes, Filipa foi desenvolvendo o seu trabalho de forma informal ao vender desenhos a amigos, por exemplo. Todavia, desde cedo se apercebeu que esta vocação poderia ganhar contornos mais sérios, como prova o facto de ter ilustrado um livro infantil ou ter começado a expor. Esse reconhecimento levou a que, recentemente, fundasse a “Pipa de Vinho”, onde alia a ilustração ao merchandising. Desde trabalhos individuais ou em série, Filipa vende as suas obras ou t-shirts e malas através do próprio site ou das redes sociais. Inspirada em mentes e desassossegos próprios ou dos outros, Filipa faz questão de desenvolver desenhos únicos e personalizados. Recentemente, os seus trabalhos estiveram expostos na Galeria OITAVO, no Porto. No futuro, Filipa sonha fundar uma escola de Desenho Criativo para crianças, pois os mais novos são mais criativos e estão livres de formatações ou (pre)conceitos. 
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Costura com criatividade na “Maria Modista”
2017-09-01
Filipa Bibe, a fundadora do projeto “Maria Modista”, viu nascer cedo a sua paixão pela costura. Em conjunto com a avó fazia a roupa para as bonecas. Mas não só: Filipa aproveitava os tecidos que o pai trazia de Angola e criava saias, costurava fechos, apertava as suas calças e as das amigas. Cresceu e foi para a universidade, onde tirou o curso de Gestão. Algo que nada tem a ver. Cansada da contabilidade, decidiu abrir o seu próprio negócio. E o que lhe veio primeiro à cabeça? Nada mais nada menos que a costura e a roupa. Assim, surgiu a “Maria Modista”, uma escola que junta a costura à paixão de fazer peças originais e que sejam diferentes daquelas que se encontram nas lojas. Aquele que começou por ser projeto familiar é o registo que Filipa tenta manter. A “Maria Modista” abriu em Lisboa, mas, como muitas pessoas de Cascais não se deslocam à capital portuguesa, a empreendedora sentiu a necessidade de ali abrir também um ateliê. O projeto já se estendeu, entretanto, ao Porto. Filipa tenta ter sempre ideias diferentes: para além dos workshops, está a pensar em caixas de moldes ou cursos intensivos de fatos de banho no verão. O inverno fica reservado aos tricôs. Atualmente, a “Maria Modista” conta com professoras que possuem técnicas diferentes do ensino. O projeto está em crescimento e as novidades sempre a aparecer.
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Na Nutwood há gelados que fazem as delícias de cães e donos
2017-09-01
A Nutwood é uma geladaria artesanal situada no centro da cidade de Torres Vedras. Inês Policarpo e Rodrigo Pardal são os responsáveis pelo projeto, que conta com pouco mais de dois anos.  Na Nutwood podem provar-se gelados com os mais variados sabores: pera rocha, pastel de feijão, vinho rosé ou Ferrero Rocher. A fonte de inspiração para este projeto são as vivências do dia-a-dia e o objetivo é apresentar produtos de qualidade. São várias as particularidades da geladaria, que fazem dela um projeto ímpar. Uma típica bicicleta de venda de gelados vai marcando presença em diversos eventos do município, permitindo dar a conhecer a Nutwood. Mas o mais peculiar deste projeto será mesmo o facto também fazer também as delícias dos patudos. Em Torres Vedras, os donos dos animais já podem dizer que têm um sítio para levar os cãos a comer um gelado. Parece uma recreação, mas não é. Ainda que os animais não possam entrar dentro da Nutwood, encontram ali - na esplanada - um gelado especial e com um sabor único. As características são o iogurte natural, a banana e manteiga de amendoim artesanal. O produto tem-se revelado um sucesso. Os cães não falam, mas manifestam que gostam.
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